Toda família empresária precisa constituir uma holding?
Não. A holding familiar é apenas um dos instrumentos que podem ser avaliados. Sua conveniência depende da composição do patrimônio, da estrutura das empresas, das relações entre os envolvidos, dos objetivos sucessórios e dos impactos tributários. Em alguns casos faz parte da estratégia; em outros, instrumentos diferentes são mais adequados.
Quando faz sentido iniciar um planejamento sucessório?
Não há um momento único. A discussão costuma ganhar relevância quando existem imóveis, empresas, participações societárias, diferentes herdeiros ou situações que tornam importante definir antecipadamente como patrimônio e responsabilidades serão organizados. Planejar com antecedência permite avaliar alternativas com tempo.
Planejamento patrimonial é apenas para grandes fortunas?
Não necessariamente. O valor do patrimônio é só um dos elementos; a complexidade também pesa. Imóveis, empresas, vários herdeiros ou diferentes participações societárias podem exigir organização relevante mesmo sem um patrimônio excepcionalmente elevado.
É possível organizar a sucessão sem abrir mão imediatamente do controle sobre o patrimônio?
Existem instrumentos e estruturas capazes de estabelecer regras sobre administração, direitos econômicos, participação e futura transmissão patrimonial. A configuração adequada depende do patrimônio existente e, principalmente, dos objetivos de quem realiza o planejamento.
Meu contador já cuida dessas questões. Ainda preciso de uma assessoria jurídica?
Contadores e advogados têm funções diferentes e frequentemente complementares. Decisões patrimoniais e societárias produzem efeitos jurídicos, contábeis e tributários ao mesmo tempo, e o trabalho pode ser coordenado com os profissionais que já acompanham a família ou a empresa.
Já tenho advogado. O escritório pode atuar apenas nessa estruturação?
Sim. Dependendo da necessidade, a atuação pode se limitar às questões patrimoniais, societárias ou sucessórias do planejamento, coordenada com os demais profissionais envolvidos.
O escritório pode atuar de forma coordenada com contador, consultor ou advogado já envolvido?
Sim. Quando o contexto exige integração entre aspectos jurídicos, contábeis, tributários ou de governança, a atuação pode ser coordenada com outros profissionais que já acompanham a família ou a empresa.
Como funciona a primeira conversa?
Serve para compreender o contexto: patrimônio, empresas envolvidas, estrutura familiar, preocupações atuais e objetivos. A partir disso, identificam-se as questões que merecem análise mais aprofundada e os próximos passos adequados ao caso.
Tem uma dúvida que depende da realidade específica da sua família ou empresa?
Conversar sobre meu contexto